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Origem da Energia

Conheça as fontes da energia produzida pela Endesa.

A Endesa apela a um consumo energético consciente e sustentável para o meio ambiente, onde questões relevantes para as economias nacionais como o aumento dos custos ligados à produção de energia, a escassez de recursos, a disponibilidade de recursos hídricos e a otimização de investimentos e redução de desperdícios têm um papel importante.

 

Se os consumidores apostarem num consumo energético consciente, a energia elétrica pode ser utilizada de forma a obter o máximo benefício, evitando os desperdícios ou o uso inadequado e mantendo a qualidade, o conforto e a segurança.

 


A verdadeira origem da energia

 

 

Para ter uma ideia mais clara sobre a origem da energia elétrica comercializada na Endesa, mostramos-lhe o consumo de eletricidade ao longo de 2019.

 

 

 

 

Geração de Energia repartida por Tecnologias

(2º trimestre de 2020)

 

 

 

 

 

 

Evolução Trimestral - Mix do Comercializador

 

 

A produção de energia elétrica é aquela que, na maior parte das vezes, tem um maior impacto sobre o meio ambiente, ultrapassando outras atividades do setor elétrico como o transporte, a distribuição ou a comercialização.

 

As emissões das centrais termoelétricas convencionais (carvão, fuelóleo, gás natural) são as responsáveis pelos impactos mais negativos, nomeadamente as alterações climáticas e a acidificação. Mas contam-se outros efeitos nocivos como a poluição local por partículas (centrais a carvão), as alterações de fluxos hidrológicos, a perda de biodiversidade (centrais hidroelétricas) e a produção de resíduos radioativos (centrais nucleares).

 

Por sua vez, os resíduos radioativos de alta atividade (resíduos de elementos radioativos que deixaram de ter utilidade) permanecem ativos durante milhares de anos, estando associados a interferências de tecidos vivos e consequentes alterações genéticas quando entram em contacto com o meio ambiente.

 

E se pensava que a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis não prejudica o ambiente, desengane-se. Na verdade, este tipo de geração de energia impacta negativamente a avifauna, os habitats e a paisagem.

 

 

Emissões

 

 

Em 2018, as emissões de CO2 totalizaram 398,88 g/kWh, enquanto as emissões por resíduos radioativos de alta atividade somaram 32,49 µg/kWh. 

 

Acompanhe a evolução dos indicadores ao longo de 2019.
 

 

Evolução das Emissões de CO2

(g/kWh)

 

 

Que impactes ambientais estão associados à produção de energia elétrica?


A produção de eletricidade tem impactes no ambiente de acordo com a fonte de energia primária utilizada.

 

Apresenta-se de seguida, sumariamente, os principais impactes ambientais motivados por cada uma das categorias de fonte de energia elétrica consagradas no número 2 do Artigo 2.º da Diretiva ERSE nº. 16/2018, de 13 de dezembro, sobre Rotulagem de Energia Elétrica, para informação do consumidor.

 

 

Categorias de fonte de energia elétrica emitentes

 

 

Para a avaliação dos impactes ambientais gerados pela produção de energia de origem térmica, onde se inclui a cogeração fóssil, através da queima de combustíveis fósseis, nomeadamente: gás natural, carvão, diesel e fuel, devem também ser analisadas as fases de operação, extração, transporte e refinação dos combustíveis fósseis, em que ocorrem impactes significativos, entre outros, a elevada libertação de gases poluentes, como o dióxido de carbono (CO2), óxidos de azoto (NOx) e óxidos de enxofre (SOx), juntamente com partículas em suspensão e os metais pesados, que densificam o efeito de estufa com impacto no aquecimento global aparecimento de chuvas ácidas, degradação do solo, zonas costeiras e ecossistemas marinhos, extinção das reservas existentes, intrusão visual e ruído.

 

Resíduos sólidos urbanos (RSU): os principais impactes são associados à recolha e transporte dos resíduos aos quais correspondem as emissões atmosféricas e ruído relacionados aos veículos de transporte. A incineração de RSU gera emissões de CO2, contribuindo também para as alterações climáticas, em que as emissões resultantes do processo de combustão produzidas são de um modo geral mais elevadas do que no caso dos combustíveis fósseis, dado o baixo poder calorífico dos RSU e a baixa eficiência de geração.

 

Nuclear: a referência a esta forma de produção de eletricidade, deve-se ao facto, para efeitos de apuramento da produção base do sistema elétrico português, considerar o saldo importador na interligação proveniente de Espanha, no qual é imputável o mix de produção base do sistema elétrico espanhol que pode incluir a produção elétrica de origem nuclear.

 

A fase de operação da energia nuclear apresenta alguns impactes ambientais bastante significativos, nomeadamente, a poluição térmica e radioativa das águas de refrigeração, perda de biodiversidade provocado pelas emissões radioativas, degradação do solo devido à extração de combustíveis nucleares, a produção de resíduos radioativos e as infraestruturas de produção que geram impactes visuais.

 

 

Categorias de fonte de energia elétrica renovável

 

 

Eólica: os impactes ambientais associados à produção de energia eólica, são em geral de escala reduzida e localizada, sendo que os principais são o ruido, a intrusão visual e as alterações nos ecossistemas, em particular, na avifauna.

 

Hídrica: os impactes ambientais dos aproveitamentos de fio de água (sem capacidade de armazenamento dos caudais afluentes) são de magnitude inferior aos grandes aproveitamentos hidroelétricos (com albufeira). Em ambos os tipos de aproveitamento pode existir, ou não, desvio do caudal do rio para ser turbinado, constituindo uma importante intrusão da paisagem. Os grandes aproveitamentos hidroelétricos geram impactes ambientais significativos, embora localizados, podem causar perturbações importantes nos sistemas ecológicos a montante e a jusante.

 

Cogeração renovável: este tipo de produção simultânea de energia elétrica e térmica de forma mais eficiente (utilização de fonte de combustível renovável) quando comparada com o sistema de produção de energia com cogeração convencional, resulta numa diminuição significativa dos impactes ambientais associados, principalmente na redução das emissões de gases poluentes, em particular do CO2, que é o que mais contribui para o efeito de estufa.

 

Geotermia: os impactes ambientais da energia geotérmica são dependentes do local da instalação e da tecnologia utilizada. Contudo, os principais impactes estão associados aos resíduos sólidos, poluição térmica ou química de águas superficiais/subterrâneas, ruído, aumento da sismicidade. Estes impactes são mínimos, quando comparados com os impactes das tecnologias convencionais de produção de energia termoelétrica.

 

Solar: os sistemas fotovoltaicos geram poucos impactes ambientais, permitindo o aproveitamento de um recurso renovável para produzir energia elétrica sem gerar emissões atmosféricas. No entanto, ocorrem alguns impactes negativos associados, os visuais, sobretudo decorrentes da ocupação de áreas relativamente extensas, e do processo e materiais envolvidos na produção das células fotovoltaicas e seu desmantelamento.

 

Biomassa: O aproveitamento da vegetação não cultivada pode produzir impactes significativos, conforme seja efetuada a exploração. Em muitos casos assiste-se à destruição total da vegetação, com impactes ecológicos expressivos no ecossistema terrestre.

 

Biogás: sendo a incineração uma tecnologia cujo objetivo principal é o tratamento de resíduos, a sua valorização energética pode ser encarada como um “subproduto” (aproveitamento de biogás em aterros sanitários). Assim, os impactes ambientais não devem ser exclusivamente afetos à produção de eletricidade, devendo também ser imputados à atividade de tratamento de resíduos.

 

Ondas e maremotriz: esta forma de produção de energia elétrica apresenta impactes ambientais visuais e de alteração do meio envolvente, nomeadamente na paisagem e habitats, devido à localização das centrais offshore e onshore, alteração de processos de erosão costeira e ecossistemas marinhos.

Quais as medidas implementadas pela Endesa?

 

A Endesa apela a um consumo energético consciente e sustentável para o meio ambiente, onde questões relevantes para as economias nacionais como o aumento dos custos ligados à produção de energia, a escassez de recursos, a disponibilidade de recursos hídricos e a otimização de investimentos e redução de desperdícios têm um papel importante.

 

Se os consumidores apostarem num consumo energético consciente, a energia elétrica pode ser utilizada de forma a obter o máximo benefício, evitando os desperdícios ou o uso inadequado e mantendo a qualidade, o conforto e a segurança.

 

 

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